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terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

1ª Mega Batalha - Tyranid Swarm!




Aqui está o vídeo Report da mega batalha, realizada no dia 8 de Fevereiro, na Kult Games!

Parabéns a todos os participantes!

Espero que gostem do vídeo!

terça-feira, 10 de setembro de 2013

1ª Ronda de jogos da Liga de 40k da Kult Games



Obrigado a todos os que estiveram presentes, neste momento a Liga conta com os seguintes resultados:

Rodrigo Marques - 2 Jogos - 2 Wins
Luís Leite - 2 Jogos - 2 Wins
António Guerra - 3 Jogos - 1 Win 2 Losses
Miguel Sousa - 3 Jogos - 3 Losses
João Annes - 1 Jogo - 1 Loss
Frederico Guerreiro - 2 Jogos - 1 Win 1 Loss
Miguel Ferreira - 3 Jogos - 2 Wins 1 Loss
Guy Carvalho - 3 Jogos - 1 Win 2 Loss


Está tudo em aberto para as próximas rondas, acompanhem o desenrolar da liga aqui!!

Espero que gostem do Vídeo!



quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Battle Report de Mangled Metal/Tooth & Claw - Parte III - 2ª ronda



Continuação da parte II

Depois daquele erro monumental da primeira ronda tenho de admitir que estava já um bocado desmoralizado (sim sou um bocado pessimista :P ) mas a segunda ronda começou rápidamente e não deu tempo para ficar a pensar muito no assunto. Ia jogar contra o Paulo Morais que trazia o Kromac (Circle of Orboros). Não pude deixar de sorrir porque em conversa com o Romeu na semana anterior sobre que casters de Circle seriam usados no formato eu sugeri que além da óbia eKaya (que é A caster de beasts de Circle) o Kromac poderia ser viável coisa que o Romeu não concordou de todo. Tendo em conta os resultados finais de ambos se calhar ele tinha uma certa razão... :P

 A lista do Paulo era a seguinte:

Kromac the Ravenous (Front, Back, Spells & Feat)
Megalith (Front & Back)
Feral Warpwolf  (Front & Back)
Argus (Front & Back)
Winter Argus (Front & Back)


Não tem ar de grandes amigos...

Para não terem de andar de um página para o outro para verem a minha era esta:

Doomshaper Rage of Dhunia (Front, Back, Spells & Feat)
Mulg the Ancient (Front & Back)
Diretroll Mauler (Front & Back)
Troll Axer (Front & Back)
Swamp Troll (Front & Back) 


Achei a lista do Paulo algo estranha e com alguma falta de sinergia, pelo menos assim à primeira vista. Particularmente achei que os Argus estavam um bocado deslocados ali. Com a excepção de serem beasts muito rápidas, não acho que nem os animus nem as habilidades sejam particularmente importantes neste formato. Meter um porque era o que sobrava de pontos ainda entendia... agora dois? Preferia um Gorax ou assim. Mas pronto cada um sabe de si e lá fiz uma nota mental para nunca meter o meu caster a 13 polgadas do Kromac ou seria game over.

Depois de 3 empates no roll-off inicial, lá ganhei o roll e escolhi ir em primeiro e o Paulo escolheu o lado com um lago e uma floresta.

Imagem do deploy

Começei por avançar com tudo para a frente, tendo feito uma carga com o caster depois de ter feito o Wild Agression no Mauler e o Refuge no Mulg ganhando assim 3" de movimento com o caster. O resto do battlegroup correu, o Mulg sobre o efeito do Rush para conseguir acompanhar o Mauler

O turno do Paulo seguiu mais ou menos os mesmos moldes, andar para a frente e uns upkeeps/spells de protecção sendo que o Argus já se foi mexendo na direcção da bandeira e o Kromac que tinha começado em beast form ficou em human form.

Passa para o meu turno e nem tenho muitas dúvidas. Não consigo carregar nada mas aquele Argus está ali a pedi-las. Avançei com o Swamp Troll e boostei o roll to-hit e acertei no lobito e fiz o Drag e mandei-lhe uma bela mocada boosted na cabeça, boostei novamente para acertar com o ataque de graça do Drag e matei o Argus.

Aproveito que o jogo foi algo curto para fazer uma parênteses em relação a esta jogada. É verdade que tive um pocado de paia com os vários rolls do Swamp Troll, mas não foi uma jogada à toa. Eu nem estava a contar matar o Argus directamente com o Swamp, mas sim ir lá terminar o trabalho com o Mulg e depois voltar para trás com o refuge. Alternativamente caso não acertasse com a lingua (que ainda era um 10+ em 3 dados, é pouco mais de 50% para acertar, portanto falhar era bastante provável) a ideia era activar o animus do Swamp nele próprio. Assim o Paulo ou ignorava o Swamp Troll, ou teria de fazer um "overcommit" para o matar, pois um Argus sozinho dificilmente o conseguiria. Ou iria com os dois e eu facilmente os despachava com o Mulg, ou iria só com um e muito dificilmente o matava ou expunha o Feral ou o caster para lá ir. Qualquer das opções resultava numa posição de vantagem para mim e no fundo é isso que quase qualquer jogo pretende. Criar-se situações win-win.

Continuando, o resto das bestas andaram ligeiramente para a frente, tendo cuidado para não me aproximar demais do Kromac.

O Paulo respondeu com uma carga do Argus que restava que previsivelmente não conseguiu despachar o Swamp troll. Com o restante battlegroup mountou um "castelo" de protecção atrás da barreira. O Megalith com o animus a tornar tudo à sua volta terreno dificil. O Kromac (em human form e apenas 1 de fury) atrás e o Warpwolf a bloquear a passagem pelo flanco da parede.


Ao passar-me o turno, não tive muitas dúvidas que ia tentar a assassination. O Paulo claramente tinha subestimado a minha distância de carga e concerteza esqueceu-se que o Rush além de dar movimento dá Pathfinder tambem, pelo que o pedaço de terreno dificil à volta do Megalith não me chateava por ai alem. Tinha era de ver o melhor plano para o fazer. Obviamente iria carregar com o Mulg, mas não tinha um "path" directo até ao Kromac, pelo que tinha de aviar uma das beasts e fazer Goad (ver carta do Doomshaper) para cima dele. Fazer isso através do Megalith era impossivel porque primeiro ele tinha mais fury o que significava que quando o matasse estaria a dar transferências ao Kromac e obviamente entre a armadura e as damages boxes é bem mais dificil de matar do que o Warpwolf. O maior impedimento no entanto era o facto de ele estar completamente encostado ao obstáculo. Ora dado que a base do Mulg tem 2" o movimento do Goad não é suficiente para atravessar o obstáculo na totalidade, logo não dava. Portanto a nivel de alvos não havia escolha, tinha de ser o lobo. No entanto fiz umas contas de cabeça e entre os ataques necessários para matar o lobo, as duas tranferências que o Kromac iria ter (uma do fury que já tinha, outra que iria ganhar quando o lobo morresse) não me parecia que o Mulg conseguisse aviar tudo sem uns bons rolls de dano. Tinha de ter um backup plan, e esse back up chamava-se Axer. Ora dropei os upkeeps todos, meti o Wild Agression no Mulg e Rush tanto no Mulg como no Axer. Feat e avançei com o Doomshaper para ter a certeza que tinha as minhas bestas dentro da control area após as cargas.

E básicamente o plano correu na perfeição. O Mulg carrega e 4 ataques depois o Warpwolf morre. Goad para a frente e infelizmente o Mulg ainda teve de levar um free-strike do Megalith. No entanto a única maneira de parar a assassination com o free-strike era rolar pelo menos 15 em 3 dados e esse dano ir especificamente para a coluna 5, o que me faria ficar sem spirit e como tal sem poder regenerar ou comprar ataques. Levou 10 de dano na 6 (teve perto... :P ) e o Mulg lá continuou a fazer das suas. Comprou mais dois ataques e fez o ataque bonus da affinity. O Kromac levou com um deles e transferiu os outros 2 para o Megalith e tal como previsto teve de ser o Axer a ir acabar com o assunto. Com 3 de fury e cargas à borlix por causa do feat, conseguia fazer 2 ataques boosted ao to hit com 9s para acertar. Acertou logo o primeiro e fez dano suficiente para matar o Kromac (que estava prai a 4/5 de vida).

Arvores ou casters é mais ou menos a mesma coisa!

Battle Report de Mangled Metal/Tooth & Claw - Parte II - 1ª ronda




Continuação da parte I

Ora então para referencia a lista era a seguinte:


Doomshaper Rage of Dhunia (Front, Back, Spells & Feat)
Mulg the Ancient (Front & Back)
Diretroll Mauler (Front & Back)
Troll Axer (Front & Back)
Swamp Troll (Front & Back) 


A primeira coisa que notei quando lá cheguei foi que éramos muitos. Muitos mesmo. A segunda foi que não via nenhum colossal/gargantuan em mesa nenhuma. Começei a olhar melhor para os casters que já tavam à vista e a perguntar ao pessoal o que trazia. Uma pVayl aqui, um Kromac ali, duas eKayas como previsto, dois Karchevs e eu já todo contente. Nada de Denegras, nada de eVayls, nada de eSkarre... até que vi uma lista com eHaley. Depois olhei pró lado e pensei que a insónia da noite anterior tinha sido pior do que estava à espera. Já estava a ver a dobrar. Mas afinal não, eram duas listas de eHaley iguais. Dammit.


Começa a 1ª ronda e o Nunes avisa que há possibilidade de haver 5 rondas portanto iamos tentar fazer logo 2 de manha. Sim senhor.  Vejo quem é que me calha e é o Alberto com Khador.


           Abrindo um grande parênteses, o Alberto é um amigo de longa data dos tempos que eu morava prós lados de Sintra, e se alguem pode ser considerado o culpado de eu hoje estar a escrever este battle report é ele (sim podem-lhe bater!) Na altura estava numa “crew” que jogava Magic e num longínquo PTQ de Mirrodin (fui ver quando é que esta edição saiu... oh meu Deus... já lá vão 10 anos...) na Devir ambos fizemos drop porque tava a correr mal e ele foi dar uma vista de olhos às miniaturas de warhammer fantasy. Só ai é que fiquei a saber que ele jogava “aquele jogo com bonequinhos” e passado uns dias já me tinha feito uma demo. Menos de uma semana depois já tinha comprado a minha primeira caixa de skinks. E cá estou eu hoje, 10 anos depois, com  exércitosxercitos de fantasy, 40k e warmachine...
 
                Apesar de o conheçer há imenso tempo perdemos batante o contacto desde que me mudei para o cú de Judas e portanto ainda não tinhamos feito nenhum jogo de Warmachine juntos. Ele apresenta-me a lista e era isto:

The Butcher (Front, Back, Spells & Feat)
Devastator (Front & Back)
Juggernaut (Front & Back)
Kodiak (Front & Back) 
Marauder (Front & Back)


 
Era tipo isto mas x4!


           Ou seja uma lista bem rija, com 4 heavies todos bem rijos como é normal em Khador. Olhando para as habilidades das 5 bestas do army dele, saltou-me à vista o seguinte: ele tem um threat range muito baixo e não tem ranged wweapons. O cenário era o incursion e a mesa onde estavamos a jogar infelizmente não tinha terreno dificil para usufruir contra ele. O deploy foi algo assim (terreno da mesa aproximado dado que a memória anda fraca):
 



No meu primeiro turno simplesmente corri com toda a gente ao máximo e o Doomshaper fez o Refuge no Mulg e o Wild Agression no Mauler. O turno do Alberto também foi mais ou menos o mesmo, toca bola para a frente e bota Iron Flesh no caster. Já sneaky no entanto o Kodiak mexeu-se mais ou menos na direcção da bandeira à minha esquerda. Rola-se para ver qual a bandeira que salta fora e vai a da direita.


Como não tinha ainda distancia de carga para os jacks dele (sem buffs de movimento, os jacks de Khador são mesmo lentos!) optei por avançar apenas um bocado para a frente e fiz o meu primeiro erro. Fui tão cuidadoso com a distância que me mexi que não fiquei à distância de contestar as bandeiras. O Alberto não hesitou e meteu logo o Kodiak a capturar a da esquerda e o Devastator a do centro conquistando 2 pontos.


Vendo o grandessíssimo erro que cometi começei a fazer contas à vida e a ver como remediar a situação. Sem hipóteses de tirar o Kodiak da mesa, tive de correr com o Swamp Troll para cima dele para contestar. Rage no Mulg e no Axer e carga do Mulg no Devastator para tentar tirar 34 (!!) damages boxes com armadura 25 (!!!) da mesa.  Mesmo com P+S 22 e 8 ataques (um deles a P+S 20) o devastator ficou com uma maldita box. Rolls de dano algo baixos e algum azar a distribui-los pelos sistemas (era preciso ter feito cripple aos braços rápido para lhe tirar armadura o que não aconteceu). O Mulg fez refuge para traz e lá foi o Axer acabar com o assunto. O Mauler novamente pouco se mexeu o que se revelou ser mais um erro como veremos a seguir.


O Alberto respondeu às minhas hostilidades fazendo dois ataques contra o Swamp Troll o que lhe deu um Grab & Smash e decidiu fazer o double-handed throw e lá foi o desgraçado do Swampy a voar para fora da control area do seu caster. O Marauder e o Juggernaut deram fácilmente cabo do Axer e ficaram ali ao lado da bandeira a ganhar mais 1 ponto. Volta ao meu turno e lá me apercebi do tal erro. Ora sabendo que ia ficar sem o Axer, e como tal a minha fonte de pathfinder, ter deixado o Mauler atras da parede foi parvo. Não conseguia carregar através dela. Impotente para fazer algo ao Kodiak novamente e com o Swamp troll a fazer o threshold test ele lá fez um frenzy mas como estava no chão só se levantou e andou para a frente. Sem grandes hipóteses o Mauler lá se foi meter para a zona da bandeira e o Mulg novamente com o Rage atirou-se a 68 damage boxes de armadura 20 e.... sozinho aviou aquilo tudo. Foi um bocado insano, mas convem lembrar que com 8 ataques, só o Rage está a dar 24 de dano, que é quase um jack. Mesmo assim tenho de admitir que rolei assim pro alto. O Mulg lá ficou a capturar a bandeira do centro mas obviamente não chegava. O Alberto ainda fez umas contas à vida (considerou fazer um slam ao Mauler para o afastar da bandeira e correr para lá com o Butcher) mas acabou por simplesmente carregar o Mulg com o Butcher e com o feat. Ataque de carga com 5 dados de dano e mais outros 2 ataques e o Mulg estava morto e o Butcher a dominar a bandeira ganhando assim 2 pontos prefazendo os 5 necessários para ganhar. Ficou a lição e o prémio de consolação de o Mulg ter aviado 2 jacks num turno.

 
Butcher Wins!

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Battle Report de Mangled Metal/Tooth & Claw - Parte I - Pré-Torneio



Ora bem é a primeira vez que vou fazer um report de um torneio de warmachine.  Nunca fiz nenhum por três motivos. Primeiro os jogos de warmachine podem ser muito rápidos e acabam por ser pouco interessantes de ler se forem muito curtos e/ou com poucos jogos. Depois nunca fique muito bem classificado em nenhum dos torneios em que fui, e fazer reports onde se fica a meio da tabela ou se leva na boca a torto e a direito não será por ventura lá muito interessante. Por fim por vezes há tantos efeitos na mesa que é difícil relembrar com exatidão tudo o que aconteceu num jogo.
          Dado que desta vez até fiquei bem classificado, foram 5 jogos mas com um formato que mete poucos modelos na mesa, resolvi tentar e ver no que dá. 

          Como é normal nos meus reports começo sempre como cheguei à lista que acabei por levar e as eventuais (des)aventuras pré-torneio.

Neste caso as peripécias começaram cerca de um mês antes do torneio quando soube que o torneio ia ser a 25 pontos em formato Mangled Metal/Tooth and Claw. Para quem ainda não sabe é um formato de Warmachine/Hordes em que apenas é permitido o Warcaster/Warlock e as seus/suas Warjacks/Warbeasts.

Como tenho andando a jogar de Retribution of Scyrah considerei levar um army de elfos, mas rapidamente cheguei à conclusão que seria muito complicado. Para mim o único army minimamente viável de ret para este formato seria spammar grifos com o eVyros e não tenho grifos suficientes para isso, alem de que me faltam os Aspis e mesmo assim não é um army ideal. A perda dos arcanists entre outras coisas causa alguns problemas ao build.

Sendo assim a opção era obvia, Trollbloods, o meu primeiro army de Warmahordes. Com trolls escolhidos também não foi difícil escolher o caster. O eDoomshaper é dos melhores casters para trabalhar com muitas beasts e é provavelmente o caster que mais joguei de trolls. Ainda esta nova vaga de Warmahordes não se tinha abatido por cá eu já andava a usa-lo no Vassal. Alias posso dizer que aprendi a jogar Hordes com ele. Pareceu-me a escolha indicada.

Look at my stick! LOOK AT IT!

O primeiro instinto para a lista foi usar os 3 heavies que uso na lista de 35pts. Ora uma conta de somar depois vi logo que não era possível. O doomshaper dá 6 pontos de warbeasts para um total de 31. Ora o Mulg the Ancient (Mulg para os amigos) custa 12, o Earthborn Dire Troll (aka EBDT) 10 e o Dire Troll Bomber outros 10 – passando assim 1 ponto do limite. Ainda considerei dropar ou EBDT ou o bomber para um Dire Troll Mauler que só custa 9, mas rapidamente desisti da ideia quando me lembrei da 1ª regra do eDoomshaper. Levar sempre um Troll Axer.  O troll axer é uma light beast de 6pts com armadura de Heavy (18) mas o grande valor dele é mesmo o animus: RUSH que dá mais 2 de movimento e pathfinder a uma warbeast. Ora isto combinado com o feat do eDoomshaper dá threat ranges parvos e o bónus de dar pathfinder é super importante. Ora então bota o Axer na lista. O Mulg também é quase obrigatório com qualquer versão do Doomshaper. Ele já é uma brutalidade sozinho, com o Doomshaper fica ainda melhor. Ora ficam-me a sobrar 13 pontos. O que é um valor horrível de ter em trolls, dado que a heavy mais barata que temos é de 9pts e as que que queria levar até eram de 10 e não há nada de 3pts que possa levar. A beast mais barata é de 4pts e só há duas. Uma ainda não foi released e tem um animus que só afecta living models (péssimo em mangled metal) e a outra também não a tenho . Ainda considerei jogar com 3 pontos a menos mas quanto mais remoia naquilo mais achava que não fazia sentido estar a desperdiçar 3pontos. Até que estava a ver um vídeo sobre trollbloods e vi o Andrew Galea explicar porquê que substituiu os EBDT das listas dele por Maulers.

O EBDT tem uma habilidade que permite às suas manápulas ficarem com o POW de qualquer arma que esteja na sua melee. Normalmente a dos adversários. Ora isto é óptimo contra casters e jacks que normalmente tem POWs altos, mas com o aparecimento dos colossals que tem forças brutais, mas POWs muito baixos, os EBDT tem dificuldades em lidar com os Colossals. Já o Mauler tem um animus que dá +3 de força e de facto o que ele disse fazia sentido, ainda mais num ambiente que iria ser só bichos grande e esperava eu uns quantos engraçadinhos a levarem Colossals. Ora então bota Mauler na lista e com os 4pt lá fui eu tentar arranjar um Swamp Troll baratucho. Tal qual sinal de Dhunia, arranjei um no mesmo dia e pronto ficou pronta a lista...

Só que uns dias antes do torneio deu-me uma ideia parva. A melhor maneira de lidar com os Colossals que lá vão estar- racionei eu – era com outro Colossal. Ora isto era uma carrada de problemas porque:  Eu não tenho nenhum Colossal, nem sequer gosto do Colossal da minha facção, um Colossal custa para cima de 100€ e mesmo que os tivesse não iria gastar para ir a UM torneio.
Mas... tenho um colega de equipa que por acaso tem um Judicator, que só por acaso é das minhas facções preferidas de Warmachine (só escolhi retribution porque já tinha duas pessoas da equipa a jogar de Menoth e Ret até me agradava mais visualmente).

A ideia era mais ou menos esta...

  Toca de falar com o Leite, ver se ele tinha os modelos e pedir tudo emprestado. Não vou estar a descrever o processo todo de selecção da lista senão não saia daqui hoje, mas rápidamente era isto:
Reznik+Judicator+Recnoker+Crusader.

Os mais matemáticamente inclinados acharão que tenho 1 ponto a mais. Estariam certos se a Tier List do Reznik a Tier 1 não desse um desconto de 1pt nos Recnokners.

No dia seguinte jogamos para testar as listas e aquilo correu horrivelmente. Não estando habituado à facção, ao caster e a colossals, foi muito mau. Chegando a casa ainda fiz mais 2 jogos no Vassal e não foi muito melhor. Acabei por desistir da ideia e resignadamente lá peguei nos Trolls apesar de me questionar das inúmeras fraquezas que a lista tinha. O prospecto de apanhar pela frente uma eHaley (Cygnar), Saeryn (Legion) ou eSkarre (Cryx) era temível e com feats que fazem um shutdown total ao meu army e são praticamente uma auto-los para mim. Como bónus qualquer uma delas é uma óptima escolha para o formato. Damn.. vou levar na boca a torto e a direito....

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Report Torneio 40k Kult Games (Ronda 2)





Segunda Ronda, e mais um exército "shooty", desse grande legionário que é o Rodrigo Marques!

No momento de começar o meu deploy, a  única vantagem que eu tinha era o facto da soma dos 3 objectivos do meu lado ser superior à do Rodrigo, o que não me dava grande consolo dada a forte probabilidade do shooting imperial brindar o Rodrigo com um VP de First Blood.
Optei por espalhar um pouco o meu exército, assumindo desde o início que o tervigon e as squads de termagants ficariam "para trás", aproveitando a cobertura de floresta e casas, a aguentar os objectivos.
Perante a ameaça das 2 vendettas do Rodrigo em reserva, deixei o tyrant voador de reserva.
Sem saber bem onde conseguiria criar uma verdadeira brecha nas defesas do Rodrigo, decidi que o Trygon entraria mais tarde em deep strike.
Era essencial para mim controlar a casa ao meio da mesa, porque permitiria ao tyrant a pé não só dar cobertura de sinapse ao avanço dos nids, como também daria uma cobertura excelente aos hive guards para alvejar a linha da frente do Rodrigo.

Entre o meu deploy e a casa era coisa para umas 10 polegadas, no problem!

O Rodrigo introduziu neste torneio algumas variantes tácticas na sua lista, apostando mais nos aliados Grey Knights, para completar a sua lista de Imperial Guard.
Portanto, além do Plasma Cannon, do Leman Russ, e das 3 chimeras, o Rodrigo juntou 2 squads de purifiers e 1 dreadnought com uns autocannons do terror.
Ou seja, mais shooting.... 
Com a Aegis a "ligar" um lado num flanco, à ruína do outro, o Rodrigo fez um deploy muito sólido, sendo que os purifiers a pé permitiram que as squads mais fraquinhas de IG ficassem escondidas nas Chimeras. 

A Ruína onde estava o dreadnought era próxima da posição do Plasma Cannon, tornando-se o local de eleição para deixar "dormentes" os ymgarls.
Tendo eu o primeiro turno, limitei-me a avançar com tudo, mas as 10 fáceis polegadas entre o campo aberto e a cobertura da casa do meio da mesa, provaram ser demais para um tyrant anafado, e incapaz de saltar de forma decente uma sebe...
O sorriso malévolo do Rodrigo ao ver o resultado dos meus rolls foi elucidativo da posição perigosa em que o Tyrant se encontrava..
Depois de completos os movimentos
, e com o início do turno do Rodrigo, os nids abriram os seus guarda-chuvas, e prepararam-se para o dilúvio que se adivinhava...
O turno imperial foi rápido, basicamente tudo o que podia disparou em cima das unidades do tyrant e da hive guard, e o resultado foi a morte dos tyrant guard, 2 feridas no Tyrant e um ou outro gaunt ao chão. Qualquer jogador de Tyranids aprende rapidamente a odiar Plasma Cannons, e eu estava muito determinado a impedir que este voltasse a fazer mais estragos!
As reservas devem ter ficado preocupadas com tantos estrondos na batalha, e decidiram entrar todas no turno 2 com excepção do Flyrant.
Os Ymgarls rapidamente se posicionaram na retaguarda do plasma cannon, com intenção de o fazer explodir com os seus 28 ataques rending.
O trygon apareceu por perto, para obrigar o Rodrigo a escolher com qual das duas unidades iria lidar primeiro.
Os Zoanthropes apareceram no outro flanco, com o objectivo de absorver tiro e destruir a Quad Gun e o Coteaz. Não vou falar mais deles no report pois todos os turnos dispararam para o mesmo alvo, e todos os turnos foram incompetentes.
O  tryrant a pé e os hive guards finalmente chegaram à casa, mas no momento de assaltar os ymgarls conseguiram não rolar nenhum 6 em 18 dados no "to wound". Foi inacreditável...

Na resposta, o Rodrigo concentrou fogo no Trygon, deixando-o preso por uma ferida, e causou algumas baixas nos Ymgarls, mas os purifiers estavam cansados e não conseguiram fazer um assalto de 7".
As Vendettas entraram em acção, dando um excelente contributo para conter a maré de gaunts que se tentava aproximar das linhas imperiais.
Confiante com estes êxitos, o Rodrigo arriscou e tentou entrar com uma squad de storm troopers mesmo ao lado do meu tyrant. O Scatter sorriu perante esta manobra audaciosa, e as meltas reduziram o Tyrant ferido a pó.
A última cartada que me restava era o Tyrant Voador, que entrou a todo gás, e metralhou a primeira Vendetta que lhe apareceu à frente, destruindo-a. Os Hive Guard impalaram alguns Stormtroopers ficando apenas 2 vivos, que fugiram de pânico.

Antes da assault phase, o Rodrigo lembrou-se da Regra da Quad Gun, que decidiu fazer uns rolls  do demónio, e depois do fumo se dissipar, o tyrant decidiu cair ao chão. Face a este resultado inesperado, rapidamente encontrámos uma solução de compromisso, a Vendetta ficou destruída e o tyrant ficou apeado. CRAP!
Os Ymgarls restante lá foram de novo ao Plasma Cannon, e desta vez meteram 2 wounds e stunned naquele monte de lata. Menos mal.
Com o jogo completamente virado a favor do Rodrigo, ele não perdeu tempo a matar o segundo Tyrant, varrer os zoans e o trygon da mesa, e com isso terminar com as minhas hipóteses de vencer o jogo.
Os ymgarls acabaram por morrer em combate com os purifiers, confirmando assim a vitória do Rodrigo.
Aprendi muito no jogo, percebi bem os erros que cometi, e senti que um jogo mais pragmático da minha parte poderia ter dado outro resultado. 
Ainda não foi desta que derrotei o Rodrigo, mas a Swarm fica mais experiente a cada batalha travada...
É uma questão de tempo até as forças imperiais terem um lugar de destaque no menu gourmet do McDonalds de biomassa local.